O não-museu dos Coches

Não, o novo Museu dos Coches ainda não abriu. O que abriu, no passado sábado (23 de maio), foi o novo espaço para onde transitaram os coches do antigo museu.

Ao longo do fim-de-semana, houve filas intermináveis, porque era novidade e era gratuito e, talvez sobretudo, porque a publicidade e toda a polémica geraram uma imensa curiosidade. Um comunicado da Direção Geral do Património Cultural, confirmava o afluxo de 19.865 visitantes e a realização de cerca de 250 visitas guiadas. Parece um bom prenúncio para as expetativas de Jorge Barreto Xavier, secretário de Estado da Cultura que, na conferência de apresentação do novo museu aos jornalistas, disse esperar pelo menos 350 mil visitantes por ano, o que significa um aumento exponencial face aos 207 mil que, em 2014, visitaram o museu nas antigas instalações.

Museu dos Coches Foto: MIR, maio 2015

Museu dos Coches
Foto: MIR, maio 2015

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A materialização do desenho de Piranesi

Exposição “Diverse maniere: Piranesi, fantasy and excess
Londres, Sir John Soane’s Museum, 7 março – 31 maio 2014

Giovanni Battista Piranesi, nasceu em Mogliano di Mestre, junto a Veneza, no ano de 1720, e morreu em Roma, em 1778. Interessou-se por arqueologia e pelos cânones da arte clássica, aprendeu arquitetura e engenharia, completou a formação com o gravador Carlo Zucchi. Chegou a Roma, em 1740, integrado na comitiva do Embaixador de Veneza, e começou a trabalhar como assistente de Vasi, reputado gravador de vedute da cidade, em colaboração com o pintor Panini. Roma era, na altura, um lugar cosmopolita de grande prestígio, passagem obrigatória do Grand Tour, ponto de encontro artistas, escritores e intelectuais de toda a Europa.

Veduta del Pantheon. In Piranesi, G. B. (1756). Le anLeantichità romane, v. 1 antichità romane, v. 1 Roma: A. Rotilj.antichità romane, v. 1 Roma: A. Rotilj.Leantichità romane, v. 1 Roma: A. Rotilj.antichità romane, v. 1 Roma: A. Rotilj.antichità romane, v. 1 Roma: A. Rotilj.

Veduta del Pantheon. In Piranesi, G. B. (1756). Le  antichità romane, v. 1 Roma: A. Rotilj.

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