O futuro dos museus

Como serão os museus no futuro? De que forma irão incorporar as novas tecnologias no funcionamento, na gestão, na comunicação com os públicos? E quem serão os públicos dos museus no futuro?

Começa a desenhar-se o difícil equilíbrio entre o museu e o público: por um lado, o instinto conservador que, em nome da segurança e da preservação, cria barreiras em toro das obras expostas; por outro lado, uma crescente predisposição de toda a sociedade para acolher experiências cada vez mais interativas e dinâmicas.

Entre o estaticismo do espaço museológico e a frenética atualização de propostas das novas tecnologias, por onde irá enveredar o público potencial do museu? Ou de que forma irá o museu reinventar-se para competir com a realidade aumentada e a manipulação, ainda que virtuais, que o suporte visual permite e, mais ainda, que entrega diretamente no espaço pessoal de cada indivíduo? Que opção tem o museu na contemporaneidade? Ou será a possibilidade de se manter como espaço de uma realidade única e diferente que lhe confere o impacto e o transforma em alternativa do quotidiano?
A propósito de um artigo de Jonathan Jones, no The Guardian (2014, 6 fev.), em http://www.theguardian.com/artanddesign/jonathanjonesblog/2014/feb/06/art-galleries-future-tate-britain-robots-roam-virtual

Hidden picture … the Tate's hi-tech storage warehouse. Photograph: David Levene for the Guardian

Hidden picture … the Tate’s hi-tech storage warehouse. Photograph: David Levene for the Guardian

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